sábado, 1 de maio de 2010

This is love


Se você ama alguém que torce por outro time... simplesmente ame!

Aproveita o dia em que pode sair mais cedo do trabalho para levar meu carro na revisão. Sempre que dá, me leva e me busca na faculdade em que dou aulas, porque eu já trabalhei e dirigi durante o dia. Quando é preciso, vou sozinha. Mas tem sempre um anjinho organizando as coisas: no dia do blecaute, quando o trânsito estava um caos, ele (meu amor) estava lá comigo, traçando a rota alternativa. Meu GPS particular. Abre vidro difícil. Troca lâmpada. Lava a louça para eu não estragar o esmalte. Me leva para passear. Entende quando eu não quero sair. E quando tenho um monte de aulas para preparar em casa. Fez para mim um livro de recortes de tiras do Garfield. Organizou a coleção de selos que eu trouxe da Noruega. Pintou uma caixa para o faqueiro. Pintou a parede do escritório porque qualquer outro pintor não seria tão cuidadoso. Cuida de mim. Tem um abraço bem confortável. Etc. Etc. Etc. Adotou todos os meus ursinhos de pelúcia junto comigo. Me acalma quando estou tensa. Me irrita quando xinga o juíz de futebol, mas ninguém é perfeito (eu sou bem imperfeita, mas acho que marco um ponto quando assumo isso). Eu amo, amo, amo. E ele me ama. E ainda há quem pense que o amor não é possível.

Eu: "Antes de se casar comigo, já sabia que eu ia dar tanto trabalho?"
Ronaldo, meu amor: "Já. Antes de namorar, não. Mas antes de casar, sim."

Ufa!

"E aqueles casais que estão juntos há décadas e ainda se dizem apaixonados? Cientistas dos EUA monitoraram o cérebro de pessoas nessa situação e constataram que as áreas do cérebro relacionadas à paixão e ao romance realmente se acendiam quando elas pensavam na pessoa amada. A paixão pode, sim, durar para sempre. Mas isso só acontece com algumas pessoas - e ninguém sabe por quê."
(Revista Superinteressante, Ed. 278, maio/2010, p. 51)

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