segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Fim de outono em Portugal

As folhas de outono, os momentos que ficam.
Saí um pouco da minha aldeia para ver o Tejo.
Vi belos castelos, revivi o encontro histórico entre Brasil e Portugal.
Apresentei um paper em Congresso, em Lisboa, e fiquei extremamente feliz com a receptividade e respeito dos estudantes de lá por meu trabalho.
Foi tudo mais que perfeito. Dizem que costuma chover por lá em Dezembro, mas só pegamos dias de sol e céu muito azul.
Clicamos cerca de 3000 fotos.
Nem que eu vivesse mil anos conseguiria contar tudo, e eu não quereria parar para contar, viajaria mais.
Se tudo foi lindo, posso dizer que o que mais fica gravado na memória são os momentos mais simples, o toque do sol em meu rosto, a lembrança das folhas caídas de outono.




Em:
Rotunda da Boavista, próximo à Casa da Música, Porto.
Parque Eduardo VII, Lisboa.

"Não sei quantas almas tenho. Cada momento mudei. Continuamente me estranho. Nunca me vi nem acabei."
"À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo."

 

Fusão de dois trechos de Fernando Pessoa: Não sei quantas almas tenho (Alberto Caeiro) e Tabacaria (Álvaro de Campos)

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