domingo, 7 de dezembro de 2014

Retorno ao Castello Sforzesco

Era um domingo, nosso sexto dia em Milão. Dia de caminhar livremente pela cidade, para dela nos despedirmos.
Na ocasião, retornamos ao Castello para fazer a visita aos ambientes internos que, hoje, funcionam como um museu.

Um dos lugares mais significativos de Milão

O dragão, um dos símbolos da família Sforzesco

A Pietá inacabada de Michelangelo

Tudo se colecionava...

Detalhe de Nozze di Cana (1519-1522), de Marco d'Oggiono

Arte da Antiguidade

Jardins

Despedindo-me

À tarde, precisaríamos de um tempinho para refazer as malas. No dia seguinte, trem para Paris, onde passaríamos uma semana; em seguida, fechando a viagem com uma breve parada em Bruxelas, outra em Amsterdam, de onde pegaríamos o voo de retorno da KLM. 
Final de agosto. Desde então, aqui estou organizando as memórias e sonhando com as próximas aventuras.

Texto: Érika de Moraes
Fotos: arquivo pessoal de Érika & Ronaldo

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Galleria Vittorio Emanuelle II - Um jantar especial

Um dos lugares mais legais para passear em Milão é a região da Galleria e do Duomo.
Na noite do sábado, fomos novamente apreciar os detalhes da Galleria.

A bela Vittorio Emanuelle

Cada detalhe é especial... eis um pedacinho do chão

Embora o espaço seja mais para apreciar vitrines, já que os preços das grandes marcas são proibitivos, ainda é possível fazer alguma compra vantajosa. Um exemplo: é a segunda mala Kipling que compro em viagem, já que, no Brasil, mais da metade do preço dela corresponde a imposto.

E não é que também é possível jantar com uma excelente relação custo-benefício?
Eis então que um jantar não planejado tornou-se um momento inesquecível da viagem.

Ele e eu no Restaurante La Rinascente

tim tim!!!

Ufa! opções além do spaguetti e da pizza

A vista do restaurante proporciona um olhar privilegiado para as agulhas do Duomo

Na Galleria, uma amostra dos doces de Milão
Tão estilosos quanto a cidade

Cheia!!!

Por fim, naquela noite de sábado, a visão mais linda de Milão!
A Lua Cheia entre as agulhas do Duomo.
Sei que desabrochou naquela noite, pois testemunhei a Crescente crescendo.

Às 22h30 de uma noite de verão. Sinta-a ao som de "Con te Partiro" na voz de Andrea Bocelli.

* * * 
Texto: Érika de Moraes
Fotos: arquivo pessoal de Érika & Ronaldo

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Circuito esportivo: autódromo de Monza

Com seis dias em Milão, tivemos tempo de conhecer um pouco dos arredores. Num sábado, fomos até a Estação Central pegar o trem para Monza.

A toda bela estação não falta um relógio

A viagem teve troca de trem com emoção. Havíamos lido que Monza estava a apenas 10 minutinhos de trem expresso, porém, havia poucos horários diretos. Tivemos que comprar um bilhete com troca em outra estação, e foi uma daquelas trocas super corridas entre os labirintos da estação - em algumas circunstâncias, o tempo parece ser calculado para quem é familiarizado com o mapa das estações e, claro, tem passos largos. Tivemos que compensar a falta do primeiro item com o segundo. Felizmente, era um bate-volta sem malas!

Chegando a Monza, a melhor opção seria um táxi até o autódromo.

Meu piloto preferido

Na linha de chegada

Do ângulo do coordenador da corrida

Run, baby, run!

Como não havia ponto de táxi no autódromo, meu amor me propôs caminharmos até acharmos um táxi. Caminhamos, caminhamos... e nada. Até que sentei num ponto de ônibus nem que fosse para descansar. E, na esperança de achar algum ônibus para a estação de trem, encontramos um que já iria para Milão mesmo, com um precinho mais alto devido à troca de município (ou seja, se tivéssemos encontrado um táxi nem seria mais caro).
Mas viagem tem que ter um pouco de aventura, né?!!!
Parece que os doidos andaram mais de 10 km nesse dia. Será por isso que não engordei um graminha sequer apesar de tanto spaguetti e gelato??!!

Retornando a Milão, tivemos um jantar bem especial. Assunto do próximo post.

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Texto: Érika de Moraes
Fotos: arquivo pessoal de Érika & Ronaldo

sábado, 8 de novembro de 2014

Lago di Como

Perto de Milão (a 1 hora de trem expresso), há uma cidade bucólica com nome de preposição: Como. A principal atração de lá é um imenso lago, que garante um charme todo especial para a pequena città.

Foi o dia em que mais estive perto da minha amiga Gislaine, que mora na Suíça com marido e filhos. Embora estivesse nos planos iniciais, não consegui planejar a parada na Suíça desta vez, com tantos outros troca-trocas. (Saudade, Gi! Mas logo a gente se vê.)

Vamos a Como...

Um lago para admirar

Onde os patos se enfileiram e se tornam cisnes reais

Eu em Como

Meu amor em Como

Vista da cidade

Assim é Como...

Catedral de Como 

O incrível órgão da Catedral

Parte de trás da igreja, com destaque para as abóbadas 

Nosso almoço nem foi tão especial em Como, em parte, porque já estávamos enjoados de Spaguetti al pomodoro. Mas, sem dúvidas, as paisagens se tornaram lembranças memoráveis para nós.

À noite, retornando a Milão, fomos conhecer o famoso bairro Naviglio, onde está o último dos canais artificiais que serviram para o transporte de embarcações no passado. É um bairro bem boêmio, do qual muitos amigos iriam gostar. Neste dia, tomei partido: muito prazer, Naviglio, mas eu sou mais Via Dante.

Naviglio

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Texto: Érika de Moraes
Fotos: arquivo pessoal de Érika & Ronaldo

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Cenacolo Vinciano - um tour para ver Da Vinci

Na quinta-feira, em Milão, recorremos a um tour por meio de uma agência para ver o famoso Cenaculo Vinciano.

A compra de ingressos para o Cenacolo pode ser feita pelo site, porém com muita, muita antecedência e uma dose de sorte, já que o número de visitantes é restrito. Por mais que eu tenha planejado a viagem, não conseguimos para os dias necessários. Então, melhor a opção da agência do que ficar sem a visita.

Avaliação da agência Zani Viaggi  (Live Milano)
Para ter acesso ao Cenacolo, a agência exige que você compre um tour completo (chamado Grand Tour Milano), que pode ser interessante para situar o visitante em Milão num primeiro momento. Não precisávamos necessariamente dessa orientação, pois já havíamos nos situado bem no pedacinho entre o Duomo e o Castello. No entanto, sou do tipo que prefere ver o lado bom: sempre há uma ou outra informação a mais.
Agora, o que chateou mesmo foi o tratamento na agência. Fomos lá na quarta-feira para reservar o passeio para a quinta. Cheguei perguntando sobre o tour e a funcionária, com a maior carranca do mundo, simplesmente me disse: "it is sold out". Ok, está esgotado. Perguntei: "for all the week? . Ela simplesmente continuou com a mesma cara de "não me enche o saco". Percebendo a má vontade dela, mas não querendo desistir do Cenacolo, apontei no folder o passeio do dia seguinte (que incluía guia em inglês e português) e ela disse que havia disponibilidade e vendeu os ingressos, com a mesma má vontade. Absurdo, não? A gente paga para ter esse tipo de tratamento. Ainda tentei me informar melhor sobre o roteiro, mas ela simplesmente apontou no folder a lista dos lugares a serem visitados, em português. Santa Maria da Graça!!! Ela julgou que eu não soubesse ler os nomes dos lugares em inglês? Caberia a ela julgar? O que eu queria era uma informação complementar, não a lista de lugares. Queria saber, por exemplo, quais locais incluíam visitação interna e quais veríamos só por fora.
Na área de comunicação, em que atuo, a gente costuma dizer que isso é péssimo atendimento ao cliente. Quem sabe se a agência soubesse que tem atendentes assim poderia tentar melhorar.
O Grand Tour Milano custou 65 Euros por pessoa. Para comparação, no ingresso do Cenáculo, consta o valor de 6,50 Euros. Como é difícil para um pobre mortal adquirir o ingresso, quem ganha é a indústria das agências.
Os detalhes que não informaram pessoalmente, conto a seguir.

Sobre o passeio
Como disse, sou do tipo que prefere focar no lado bom.
O tour foi de ônibus com guia dando informações em inglês e português. Ao contrário da atendente do balcão, a guia era simpática e informada. Como o grupo era grande, utilizávamos um rádio.
A primeira parada foi na Galleria Vittorio Emanuelle, onde a guia contou algumas curiosidades, como a do ritual do touro (que eu já havia feito no primeiro dia). Deu-nos 15 minutos para conhecer o interior do Duomo, o que aproveitamos para fazer. A entrada no Duomo é gratuita, mas pagamos uma pequena taxa para obter a pulseira que dá direito a fotografar o local.

Interior do Duomo

De lá, fomos a pé ao Teatro Scalla, que fica do outro lado da Galleria, oposto ao Duomo. O teatro corresponde à fama de surpreender: não diz muito por fora, mas é bem bonito por dentro. A parada no teatro incluía visitação interna, com acesso ao museu, o que foi bem legal.

Detalhe da decoração do Teatro Scalla

Palco de grandes óperas

Do acervo do museu: 
La Facciata del Teatro Alla Scala
Angelo Inganni, 1852

Depois do Teatro, seguimos para o Castello Sforzesco, somente por fora (essa era uma dúvida que eu gostaria de ter tirado no momento da compra do pacote, se incluía o ingresso para acesso interno. Não inclui.).

Enfim, o tão esperado momento de ver de perto o Cenacolo Vinciano.

Fachada da Basilica di Santa Maria delle Grazie - na qual está a obra de Da Vinci

O que há de tão especial em ver a pintura mais conhecida como "Santa Ceia" é que você a encontra no local para onde ela foi feita: na parede do antigo refeitório dos monges dominicanos. Ela é imensa, ao contrário da pequena Mona Lisa do Louvre - o que, para mim, é divertido, já que, por alguma razão, na infância, gravei na imaginação uma Mona Lisa grande e uma Santa Ceia pequena :) provável influência das representações da Santa Ceia nas casas de família. Quanto à Mona Lisa, coisa da imaginação, mesmo.

Quem dera soubessem, na época, que a obra seria tão famosa. Como a pintura foi feita atrás da quentura da cozinha - ai ai ai - uma das mais célebres obras de toda a humanidade correu sérios riscos quanto à sua preservação.

Não me cansei de passar um bom momento observando-a, bem como seus detalhes, a exemplo das mãos pintadas por Da Vinci.
Influenciada pelo filme O Código Da Vinci, não pude deixar de achar João com cara de menina. E também estava curiosa para espiar de perto a cara traidora de Judas.

Concordo com meu amigo Rodrigo Piscitelli sobre a emoção desse encontro com Da Vinci (indescritível, mas que ele bem narra aqui). Eu estava tão ansiosa para ver a obra que não prestei atenção nas tantas portas de acesso, mas, como meu amigo, voltei o olhar ao final para despedir-me da imagem e gravá-la o máximo possível em minha mente.

Sobre o local ser simples para tão rica obra, parece-me uma feliz coincidência que só a valoriza.

Não é permitido tirar foto no local (e de nada adiantaria mesmo, uma foto não se compara à obra original). É tanta expectativa por Da Vinci que a pintura a sua frente fica ofuscada, mas também é interessante: The Crucifixion, de Donato Montorfano.

Claro que eu trouxe o livro sobre o Cenacolo, na esperança de encontrar algumas horas para estudá-lo mais a fundo.

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Texto: Érika de Moraes
Fotos: arquivo pessoal de Érika & Ronaldo

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Milão: Castello Sforzesco e Estádio do Milan/Inter

Nossa quarta-feira em Milão começou com visita ao belo Castello Sforzesco. Só por fora, retornaríamos no domingo para conhecê-lo detalhadamente por dentro.

A estrutura branca próxima ao castelo é preparativo para a grande exposição internacional de 2015

Curtindo o castelo


Seguindo do castelo para o lado oposto ao Duomo, há um grande parque, delícia para simplesmente passear e curtir!

Ao final do parque, um arco napoleônico construído pelo próprio durante sua dominação. 
Dizem que o arco foi erguido exatamente de frente para Paris. 
Embora parecido com o Arco do Triunfo francês, suas redondezas não contêm o charme da Champs-Élysées, como dizem os próprios milaneses. 

Inserindo-me na paisagem
(afinal, o Google já está cheio de fotos do Castelo, parque e afins...)

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A Castle for cats

A história deste castelo é uma das mais intensas da realeza italiana.
Com a morte do Duque Filippo Maria Visconti em 1447, houve muitos pretendentes ao título. Quem levou foi Francesco Sforza, ao se casar com a filha do Duque, Bianca Maria Visconti. Dizem que foram felizes, apesar da diferença de idades e amantes à parte.
O castelo esteve sob os domínios de Napoleão e correu risco de ser derrubado. Hoje, nele funciona um museu.

Entre as curiosidades, registra-se que mais de 60 gatos vivem no castelo, devidamente vacinados e cuidados por voluntários. O mais famoso e sortudo deles, Gato Giorgio, foi oficialmente adotado pelos curadores do castelo.

FONTE: The Sforza Castle. Text by Amélie Galé, watercolours by Jack Jow. Officina Libraria. 2007.
Livro adquirido na loja do Castelo.

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Circuito esportivo: estádio do Milan / Inter

Depois do passeio de princesa, um passeio de príncipe.
Já virou tradição conhecermos estádios de futebol em nossas viagens. O marido mata a curiosidade esportiva e eu também curto bastante.
Seguimos, então, de metrô para o Stadio San Siro (quando tem jogo do Milan) - ou Giuseppe Meazza (quando o jogo é da Inter). Pois é, um estádio de dois times e dividido em dois nomes, peculiaridade esportiva italiana.



Eu na torcida do Milan

Diversos brasileiros, como o fenômeno Ronaldo, já passaram pelo Milan.
Sãopaulina de coração, meu registro fica para o Kaká.

Galleria Vittorio Emanuelle

À noite, faríamos o nosso tradicional tour pela Via Dante, Galleria e Duomo. Seis dias gravando na mente a imagem suntuosa do Duomo. Como eu poderia não ter saudade desse pedacinho de Milão?

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Para chegar ao estádio: 
Pegue a linha vermelha do metrô e desça na estação Lotto ou Lampugnano. 
Optamos pela primeira estação e foi super tranquilo chegar a pé ao estádio, numa caminhada de no máximo 15 minutos, por uma avenida agradável. 
Ingresso em agosto de 2014: 16 euros por pessoa. 


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Texto: Érika de Moraes
Fotos: arquivo pessoal de Érika & Ronaldo

* Textos e imagens deste blog são de propriedade da autora.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Milão: do Castello Sforzesco ao Duomo

Encantada pelo Duomo!

Costumam dizer que Milão é menos bonita que outras cidades italianas. De fato, não tem a beleza aconchegante da Toscana. É preciso abrir os olhos para uma beleza mais cosmopolita para se encantar por Milano. Uma beleza do tipo São Paulo; menos natureza, mais arquitetura. Embora eu tenha me identificado mais com a acolhedora Florença, ao chegar a Milano, deixei-me conquistar pela suntuosidade do Duomo, imponente, majestoso com sua Madonina ao alto; não é à toa que demorou 500 anos para ser construído! Chic a Via Dante, a Galleria Vittorio Emanuelle, ainda que apenas para lançar olhos de investigadora, já que é bem fora da (minha) realidade carregar sacolas Prada (essas, ficam com as mulheres de burqa, mais Sex and the City impossível). Vi pedacinhos de Milano e tomei partido: sou mais Dante do que Naviglio. Ah, o Duomo!!!

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O pequeno texto, acima, condensa a minha impressão sobre Milão. 
Confesso que cheguei um pouco cansada - era a metade da viagem - e já estava ansiosa por Paris. Cheguei a me questionar: por que 6 dias em Milão?
Hoje sei que poderia voltar e teria mais para ver. 

Chegamos num fim de tarde de agosto e o primeiro pedacinho que conheci foi esse do título: do Castello Sforzesco ao Duomo, e foi justamente o pedacinho que mais amei. Nosso hotel estava localizado exatamente nesse point, pertinho da Via Dante. 

Entardercer na Via Dante

Nosso primeiro jantar foi no Café de Ville, ali mesmo na Via Dante. Retornaríamos lá pelo menos mais duas vezes, já que gostamos do serviço, dos sabores e era perto do hotel.

O Duomo pelo ângulo das lojas à sua direita. 
À esquerda, fica a famosa Galleria Vittorio Emanuelle

Além do Duomo, a galleria Vittorio Emanuelle é o grande destaque dessa região. Tudo nela é lindo, "rhyco" e tem significado, do teto ao chão. As grifes, só para bolsos nobres: Chanel, Prada, Louis Vuitton, Versace, Luisa Spagnoli, 
Lá está a única placa "Fratelli Prada", memória da loja que já foi de dois irmãos. 
Nem sempre foi assim: já houve lojas tipicamente italianas por lá, mas os altos preços de aluguel local fizeram com que fossem substituídas pelas grifes internacionais. 

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Na manhã seguinte, passearíamos no belo Castello Sforzesco. 

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Texto: Érika de Moraes
Fotos: arquivo pessoal de Érika & Ronaldo

* Textos e imagens deste blog são de propriedade da autora.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Hotel Sereníssima em Veneza - Avaliação

Considerando que Veneza é uma cidade de hospedagem cara, encontrar um hotel com preço justo, limpo e muito bem localizado é de grande valia.

É o que penso sobre o Hotel Sereníssima, no qual nos hospedamos.

Registro a avaliação que fiz para o Trip Advisor:

Bom custo-benefício, já que Veneza parece ser uma cidade de hotéis caros. A localização é excelente, entre os dois principais pontos turísticos de Veneza: a ponte Rialto e a Piazza de São Marcos; foi menos difícil chegar com as malas a partir do ponto do Vaporeto do que imaginamos, já que as ruas são planas. Como o hotel não tem elevador, é complicado subir com as malas, porém os funcionários ajudam. São bastante gentis, especialmente o pessoal da recepção. As instalações e acomodações como um todo são meio antigas, mas isso parece ser característico de Veneza. Não deixa de ter um ar de tradição e romantismo. Senti falta de frigobar e, principalmente, de tomadas para carregar nossos aparelhos (precisamos revezar, pois no máximo duas tomadas funcionavam). Tenho uma sugestão muito simples e exequível para melhorar o banheiro: instalar um porta-sabonete no box, por favor! Conforme consta em outras avaliações, é fato que a água do chuveiro oscila muito entre o quente e o frio. O café da manhã é simpático, mas não muito prático: seria melhor poder se servir da bebida quente, em vez de esperar trazerem o bule à mesa, facilitando para quem serve e para quem espera. Vendem água mineral por um preço justo.

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Um certo ar antigo - que pode ser "lido" como romantismo e tradição



Vai ter de encarar essas escadas...

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Texto: Érika de Moraes
Fotos: arquivo pessoal de Érika & Ronaldo

* Textos e imagens deste blog são de propriedade da autora.