quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Galleria Vittorio Emanuelle II - Um jantar especial

Um dos lugares mais legais para passear em Milão é a região da Galleria e do Duomo.
Na noite do sábado, fomos novamente apreciar os detalhes da Galleria.

A bela Vittorio Emanuelle

Cada detalhe é especial... eis um pedacinho do chão

Embora o espaço seja mais para apreciar vitrines, já que os preços das grandes marcas são proibitivos, ainda é possível fazer alguma compra vantajosa. Um exemplo: é a segunda mala Kipling que compro em viagem, já que, no Brasil, mais da metade do preço dela corresponde a imposto.

E não é que também é possível jantar com uma excelente relação custo-benefício?
Eis então que um jantar não planejado tornou-se um momento inesquecível da viagem.

Ele e eu no Restaurante La Rinascente

tim tim!!!

Ufa! opções além do spaguetti e da pizza

A vista do restaurante proporciona um olhar privilegiado para as agulhas do Duomo

Na Galleria, uma amostra dos doces de Milão
Tão estilosos quanto a cidade

Cheia!!!

Por fim, naquela noite de sábado, a visão mais linda de Milão!
A Lua Cheia entre as agulhas do Duomo.
Sei que desabrochou naquela noite, pois testemunhei a Crescente crescendo.

Às 22h30 de uma noite de verão. Sinta-a ao som de "Con te Partiro" na voz de Andrea Bocelli.

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Texto: Érika de Moraes
Fotos: arquivo pessoal de Érika & Ronaldo

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Circuito esportivo: autódromo de Monza

Com seis dias em Milão, tivemos tempo de conhecer um pouco dos arredores. Num sábado, fomos até a Estação Central pegar o trem para Monza.

A toda bela estação não falta um relógio

A viagem teve troca de trem com emoção. Havíamos lido que Monza estava a apenas 10 minutinhos de trem expresso, porém, havia poucos horários diretos. Tivemos que comprar um bilhete com troca em outra estação, e foi uma daquelas trocas super corridas entre os labirintos da estação - em algumas circunstâncias, o tempo parece ser calculado para quem é familiarizado com o mapa das estações e, claro, tem passos largos. Tivemos que compensar a falta do primeiro item com o segundo. Felizmente, era um bate-volta sem malas!

Chegando a Monza, a melhor opção seria um táxi até o autódromo.

Meu piloto preferido

Na linha de chegada

Do ângulo do coordenador da corrida

Run, baby, run!

Como não havia ponto de táxi no autódromo, meu amor me propôs caminharmos até acharmos um táxi. Caminhamos, caminhamos... e nada. Até que sentei num ponto de ônibus nem que fosse para descansar. E, na esperança de achar algum ônibus para a estação de trem, encontramos um que já iria para Milão mesmo, com um precinho mais alto devido à troca de município (ou seja, se tivéssemos encontrado um táxi nem seria mais caro).
Mas viagem tem que ter um pouco de aventura, né?!!!
Parece que os doidos andaram mais de 10 km nesse dia. Será por isso que não engordei um graminha sequer apesar de tanto spaguetti e gelato??!!

Retornando a Milão, tivemos um jantar bem especial. Assunto do próximo post.

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Texto: Érika de Moraes
Fotos: arquivo pessoal de Érika & Ronaldo

sábado, 8 de novembro de 2014

Lago di Como

Perto de Milão (a 1 hora de trem expresso), há uma cidade bucólica com nome de preposição: Como. A principal atração de lá é um imenso lago, que garante um charme todo especial para a pequena città.

Foi o dia em que mais estive perto da minha amiga Gislaine, que mora na Suíça com marido e filhos. Embora estivesse nos planos iniciais, não consegui planejar a parada na Suíça desta vez, com tantos outros troca-trocas. (Saudade, Gi! Mas logo a gente se vê.)

Vamos a Como...

Um lago para admirar

Onde os patos se enfileiram e se tornam cisnes reais

Eu em Como

Meu amor em Como

Vista da cidade

Assim é Como...

Catedral de Como 

O incrível órgão da Catedral

Parte de trás da igreja, com destaque para as abóbadas 

Nosso almoço nem foi tão especial em Como, em parte, porque já estávamos enjoados de Spaguetti al pomodoro. Mas, sem dúvidas, as paisagens se tornaram lembranças memoráveis para nós.

À noite, retornando a Milão, fomos conhecer o famoso bairro Naviglio, onde está o último dos canais artificiais que serviram para o transporte de embarcações no passado. É um bairro bem boêmio, do qual muitos amigos iriam gostar. Neste dia, tomei partido: muito prazer, Naviglio, mas eu sou mais Via Dante.

Naviglio

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Texto: Érika de Moraes
Fotos: arquivo pessoal de Érika & Ronaldo